NOME: ASHLEY "Ash" VOSS
CODINOME: SQUIRREL
ANTECEDENTE: MECANICA
00
LICENÇA

Usar explosivos (improvisados ou não), armas ou os bons e velhos músculos para arrebentar totalmente alguma coisa ou transformá-la em uma bola de fogo enorme.

Reparar um dispositivo ou sistema com defeito, hackear ou destruí-lo totalmente, o desativando ou sabotando. Você provavelmente esta hackeando ou consertando quando tenta acessar ou melhorar sistemas de seguranca eletronicos, incluindo fechaduras eletrônicas, sistemas de computador, servidores da omninet e assim por diante.

Usar ferramentas e suprimentos para projetar ou construir algo, tanto imediatamente quanto ao longo do tempo; para problemas.

Adquira aliados, recursos ou conexões úteis por meio de riqueza ou influência social. Isso pode ser permanente (comprando ou recebendo) ou temporário (alugando ou pegando emprestado ajuda ou suprimentos, etc.), e pode ser mais fácil ou mais difícil dependendo de quanto você pretende usar. Não pode ser usado para itens normalmente restritos por nível de licença (como peças de mechas), mas pode ser usado para ajuda, suprimentos, informações, alimentos, soldados ou qualquer outra coisa que tenha maior impacto narrativo. Normalmente, isso é adquirido comprando no mercado ou requisitando de uma organização matriz.

Nem todas as histórias são glamourosas, e nem todos os "heróis" são almas atormentadas em busca de validação. Às vezes, são apenas garotas pequenas cansadas de esperar mais da própria realidade — e que, com um pouco de boa vontade, imaginação e uma quantidade preocupante de teimosia, resolvem mudar tudo com as próprias mãos.

Ash nasceu num assentamento tão pequeno que mal tinha nome — então o batizamos, com carinho, de KO-35. Perdido nos confins da Camada Fronteiriça, onde até as rotas comerciais da União desistem de passar, KO-35 não aparece na maioria dos mapas estelares. E, para ser justo, ninguém nunca se deu ao trabalho de incluí-lo. Seus habitantes vivem agradavelmente satisfeitos com esse anonimato. Formado majoritariamente por desertores e rebeldes aposentados de guerras que a capital preferiu esquecer, o povoado segue em paz, sob suas próprias leis, longe de qualquer alcance real do parlamento.

Essa utopia parece perfeita no papel. Na prática, sem verba e sem qualquer apoio do Berço, KO-35 não passa de um punhado de metais enferrujados e tecnologia ultrapassada, habitado majoritariamente por anciãos bem-intencionados. E é assim que conhecemos Jacob Voss.

Um bom homem. Um ótimo mecânico. Um pai esforçado e um avô daqueles de contar história pra dormir. Jacob criou o próprio filho seguindo todos os preceitos em que acreditava — e passou boa parte da vida sustentando os pilares de uma sociedade pós-Queda que, apesar de toda a retórica de reconstrução, nunca foi tão igualitária quanto prometia. A Mana se acumulava no Berço e raramente chegava a colônias como a dele. Jacob viu o próprio ideal de meritocracia desmoronar diante dos olhos ao assistir a esposa definhar sem qualquer amparo, depois de uma vida inteira dedicada ao trabalho como enfermeira a serviço de uma elite tão rica quanto desinteressada. Cansado, frustrado e profundamente decepcionado, recolheu-se a um lugar do qual ouvira falar quando jovem: um refúgio para os de bom coração, bem longe das rotas da União. Lá, viveu sozinho — consertando o que dava, apoiando quem precisava.

Foram alguns anos de paz, até a chegada de uma encomenda inesperada: pequena, barulhenta e completamente fora de catálogo. Um pacotinho de amor embrulhado num cesto improvisado que já tinha visto dias bem melhores. Ash — uma neta cuja existência ele nem sequer suspeitava — apareceu na porta de casa envolta em mantas cor-de-rosa, com um comunicador quebrado ao lado. Dentro dele, uma mensagem gravada às pressas por um pai desesperado, e quase nenhuma informação além disso.

Jacob nunca conseguiu descobrir o paradeiro do filho. Um oficial em ascensão na União, vivendo a incontáveis anos-luz de KO-35, entre os corredores de poder do Berço. E então... nada. Nenhum sinal pela Omninet, nenhum registro nos poucos bancos públicos que Jacob, com seus parcos contatos, conseguiu invadir.

Ash foi tudo o que lhe restou de família — e Jacob fez o melhor que pôde para criá-la bem, o que, na maior parte do tempo, até conseguiu. Afinal, como culpar um senhorzinho por não conseguir domar sozinho uma pirralha espevitada que amava, em partes iguais, motores desmontados e a imensidão do céu? Aquele mesmo céu que escondia buracos de minhoca e portais lampejo que ela ainda nunca tinha visto de perto — mas já sonhava em atravessar.

O tempo passou, e a menina franzina cresceu. Não muito, mas o suficiente para segurar ferramentas de verdade e carregar um coração ainda maior que ela. Ashley Voss aprendeu a montar e desmontar qualquer coisa feita de metal e circuito antes mesmo de aprender a andar de bicicleta — se é que em KO-35 alguém ainda andava de bicicleta. Mas sua curiosidade nunca se limitou às máquinas. Desde pequena, Ash dividia o tempo entre desmontar motores e se empoleirar nos lugares mais altos que conseguia alcançar e, quando sobrava um minuto, construía seus próprios brinquedos.

Carrinhos, drones, robozinhos com sistemas de interação arcaicos, mas eficazes o bastante para obedecer a comandos simples. Os sonhos de Ash cresciam mais rápido que ela, e sua sede por conhecimento logo deixou evidentes os limites de KO-35. Ash precisava ver mais mundo para poder construir mais coisas — precisava conhecer a Camada Industrial, quem sabe até o próprio Berço, só para entender como um chassi de verdade era montado.

Jacob apoiou a neta sem pestanejar. Conhecia sua índole, seus sonhos e, acima de tudo, acreditava no seu potencial. Foi assim que Ash deixou KO-35 para trás com uma mochila costurada à mão por uma das muitas senhorinhas bondosas — e completamente desprovidas de talento para costura — da cidade. Dentro, tudo o que possuía de valor: as ferramentas velhas do Gamp, alguns dos seus melhores macacões e um pequeno protótipo de androide carinhosamente batizado de Ceres.

Uma pena que a vida real é uma droga. Por mais decadente que fosse, KO-35 ainda era um pequeno paraíso. O resto da Camada Fronteiriça se encarregou de engolir, mastigar e cuspir a garota da forma mais cruel possível. A menina dos sonhos precisou crescer rápido demais para sobreviver. Precisava de Mana, precisava de teto, precisava ser dura o bastante para que o lado feio da fronteira não a engolisse de vez — a mesma fronteira de contrabando e desigualdade que o IGCD adora citar em relatórios que ninguém lê.

Foi assim que Ash virou Squirrel: uma mecânica freelancer que faz o que for preciso para quem pagar melhor, sempre deslizando pelas linhas borradas da lei da União — linhas que, tão longe do Berço, mal existem de verdade. O apelido nasceu anos antes, quando ela ainda era uma garota magricela escalando sucatas, antenas e estruturas improvisadas por KO-35. Tinha o hábito nada saudável de se jogar de lugares altos, confiando cegamente em cordas, lonas e invenções experimentais que, na melhor das hipóteses, funcionavam. Os moradores diziam que ela lembrava um esquilo-voador: pequena, elétrica, e sempre encontrando um jeito absurdo de planar até onde queria chegar. O apelido colou, e Ash nunca fez questão de se livrar dele.

Mas não se engane: por trás da mercenária durona enfiada num macacão apertado demais, ainda mora uma mulher de bom coração — e ela reserva boa parte do próprio tempo para o que podemos chamar de trabalho pro bono. Squirrel ajuda quem precisa, sem cobrar, sempre que pode. Separa parte dos seus ganhos em Mana para mandar suprimentos à colônia natal e, ainda assim, encontra tempo para seus próprios brinquedos.

E para olhar o céu.

Não importa quantas oficinas frequente, quantos contratos aceite ou quantas noites passe coberta de graxa até o cotovelo — em algum momento, os olhos dela sempre voltam para cima. Para as estrelas que escondem os buracos de minhoca que, um dia, talvez ela mesma atravesse. Existe ali uma liberdade que nenhuma máquina jamais conseguiu reproduzir — o que, é claro, nunca a impediu de tentar.

Ceres cresceu junto com ela: de um minirrobô emperrado a um quase respeitável chassi SMG-MP1 Everest — o mesmo modelo padrão que todo piloto recebe ao começar do zero, e que qualquer um do Berço descartaria sem pensar duas vezes. Um chassi velho e cheio de remendos, do tipo que faz os mais ricos torcerem o nariz, mas que Squirrel ama com cada grama do seu ser. Ceres já foi construído, reconstruído, pintado e reparado mais vezes do que ela consegue contar. Foi transportado, escondido, refeito e recalibrado — mas nunca, jamais, abandonado. Ash ainda sonha em transformá-lo no chassi perfeito e, com um pouco de sorte e algumas licenças a mais, talvez um dia realmente chegue lá.

Squirrel sempre soube evitar dois tipos de trabalho: os que pagavam mal e os que pagavam com farda da União. Não por rancor — pelo menos não só por rancor —, mas porque farda significa papelada, papelada significa registro, e registro significa que alguém, em algum lugar do Berço, passa a saber exatamente onde você está. E ela tinha aprendido, do jeito mais difícil, que ser encontrada raramente era bom sinal.

Foi um contrato idiota que mudou tudo. Um daqueles trabalhos de "entra, tira, sai, ninguém se machuca", que ela já devia desconfiar só pelo tanto que pagavam. Uma colônia mineira pequena, não muito diferente de KO-35, presa entre uma dívida que não era dela e um credor que resolvera cobrá-la com um esquadrão de mechas alugados de procedência duvidosa. Squirrel entrou para tirar um cliente de lá. Saiu, horas depois, coberta de fuligem e óleo hidráulico, tendo colocado Ceres entre um bloco de fogo cinético e um punhado de mineiros que não tinham eira nem beira com o contrato — só o azar de morar ali.

Ninguém pagou por aquilo. Squirrel nunca cobra pelo trabalho pro bono, lembra?

O que ela não esperava era a nave da União estacionada em órbita quando finalmente saiu da atmosfera. Nem a mensagem, entregue por um oficial de expressão cansada que parecia ter visto gente demais morrer por causa nenhuma: um convite. Não uma ordem — a União raramente se dá ao trabalho de ordenar qualquer coisa àquela distância do Berço —, mas um convite de verdade, com NL0 assinado e tudo. Uma vaga entre os LANCERs.

Squirrel quase riu na cara do oficial. Ela, mercenária de fronteira que vivia driblando exatamente esse tipo de farda, virando Licensed Armored Neural Combatant for Expeditionary Response? Uma resposta expedicionária oficial da União, o tipo de coisa que só aparece nos conflitos que ameaçam "a humanidade como um todo"? Ela mal conseguia manter Ceres inteiro entre um contrato e outro.

Mas o oficial foi claro: ranques de licença de verdade. Acesso a chassis, peças e reatores que ela só tinha visto em catálogos que fingia não desejar. Capacidade de reparo de sobra para parar de remendar Ceres com fita e fé. E, o que pesou mais que tudo isso junto: rota de suprimentos garantida para colônias sob risco declarado — KO-35 incluída, se ela assinasse.

Não tinha trapaça ali que ela conseguisse enxergar. Só o tipo de escolha que ela sempre soube que teria de fazer um dia: continuar pequena e livre, ou ficar grande o bastante para proteger o que — e quem — ela amava.

Squirrel assinou.

Ela ainda não confia totalmente na União, nem finge que confia. Ainda usa o apelido, ainda guarda as manhas de fronteira, ainda trata regras do Berço como sugestões frouxas sempre que ninguém de patente maior está olhando. Mas agora carrega uma licença de verdade, um chassi Everest com autorização para crescer além do que qualquer sucateiro de KO-35 um dia sonhou em oferecer, e um objetivo que vai além do próximo contrato: sobreviver ao próximo conflito grande o bastante para preocupar o parlamento inteiro — e continuar mandando suprimentos pra casa, mesmo que agora venham com o selo oficial da União carimbado na caixa.

Ceres ganhou umas placas novas. Ash ainda insistiu em pintá-las ela mesma.

E, à noite, entre um turno e outro a bordo de alguma nave de expedição, os olhos dela ainda sobem para o céu — só que agora, pela primeira vez, ela sabe exatamente o que existe lá fora esperando por ela: buracos de minhoca de verdade, para atravessar de verdade, como LANCER.

PV
06
TAMANHO
1/2
EVASAO
10
DEFESA-E
10
VELOCIDADE
5
ARMADURA - TRAJE DE MOBILIDADE
Esses trajes possuem sistemas de voo integrados, permitindo que os pilotos voem quando se movimentam ou usam Impulsionar. Pilotos voadores devem encerrar seu turno em uma superfície.
EQUIPAMENTO - Aprimoramento de Subjetividade
Um conjunto de implantes cibernéticos que permite aos usuários hackear sistemas sem um terminal. Os usuários desses conjuntos mesclam o orgânico com o sintético, adquirindo a capacidade de extrair cabos universais implantados de dentro de seus corpos para fazer conexões físicas com terminais. Quando conectados, os usuários podem acessar uma interface de realidade alternativa abrangente e totalmente interativa, com acesso direto a omninet, tornando a navegação — ou hackeamento — de sistemas locais e em rede tao facil quanto desejar.

EQUIPAMENTO - REMENDO
"Remendo" é uma gíria de pilotos para qualquer tipo de kit de primeiros socorros moderno, incluindo spray-gel médico e adesivos médicos de acao instantanea.
Gaste uma carga para aplicar um adesivo em você ou em um piloto adjacente, restaurando metade de seus PV máximos. Remendos não têm efeito em pilotos caídos e apagados.

EQUIPAMENTO - CORRETIVO
Esta folha transparente semelhante a plastico pode ser colocada sobre os ferimentos graves dos pilotos. Ela instantaneamente comeca a estabiliza-los, injetando medicamentos e liberando nanorrobos para costurar os ferimentos.
Gaste uma carga para aplicar corretivos em pilotos Caidos e Apagados, trazendo-os imediatamente de volta a consciencia com 1 PV.

Pilotos são pessoas criativas e motivadas, mas Mesa Rownett e um caso excepcional demais, diriam alguns. Em seu tempo livre, ele conseguiu reunir sucata suficiente, materiais requisitados e espaço de oficina para aplicar um pouco de engenhosidade antiquada ao seu mecha, transformando-o em uma máquina formidável que sua aparência externa não deixa transparecer.

01 - SNOW_CRASH
Quando acerta com um ataque tecnológico que consome Travado em Mira, seu alvo deve escolher entre receber 2 de Calor ou ser empurrado 3 espaços em uma direção à sua escolha.

obs: Ação Rapida - Travar Mira: Quando Travar Mira, você marca um alvo digitalmente, iluminando-o para os sistemas de mira de seus companheiros e expondo pontos fracos. Para Travar Mira, você escolhe um personagem na linha de visão e no alcance de Sensores. Ele ganha a condição Travado em Mira. Qualquer personagem que faça um ataque contra um personagem com Travado em Mira pode escolher receber +1 Precisão no ataque e então remover a condição Travado em Mira depois que o ataque for resolvido. Isso é chamado de consumir Travado em Mira.

Pense em um tiroteio: o que seu piloto ou soldado medio usar? Chumbo revestido, e claro. Um ou três carregadores de uranio empobrecido se o alvo for grande. Chato! Não, pior do que chato: maçante. Previsível. Básico.
E adivinha? Macante não é divertido, o previsível o mata é básico e básico deixa tudo mais chato. Pegue o uranio e um carregador de munições balbucialampejo originais, ou pelo menos um pacote de flechetes de taquion. Destrua com estilo e viva para sempre

01 - ARMAMENTO
Carrega um suprimento de munição que pode ser usado com todas as suas principais de longo alcance. Ganhe o seguinte sistema:

Caixa de Municao
Limitado 06

1 vez turno, quando ataca com uma Arma a Distancia Principal, voce pode gastar cargas para aplicar um dos seguintes efeitos ao seu ataque com o custo listado:

Tambor (1 carga): O ataque ganha Repulsão 1 e causa dano Explosivo.
Choque (1 carga): Causa dano energético. Escolha o alvo; personagens adjacentes sofrem 1 dano Energetico Perfurante, seja o resultado um acerto ou um erro.
Cartucho (1 carga): O ataque ganha ARCO (cacacidade de disparar projéteis sobre obstáculos) e causa dano cinético.

Atrás da linha de frente, Mike Manfrin não tem muito o que fazer a não ser esperar e se preparar. Ele mantém os canhões limpos; faz fileiras organizadas de suas munições e cartuchos. Ele empacota sacos de areia em calçadas de terra e costura com firmeza rasgos nas bainhas sobre as juntas de seu chassi.
Em um instante, tudo muda. Conversa sobre a omni local. O pulsar do medivac repercute do outro lado da base. Em algum lugar, um tiroteio. Esta e sua musica de entrada, seu chamado para lutar: um grito desesperado por ajuda de um amigo distante enquanto o inimigo se aproxima. Hora de trabalhar.
Sua chegada é conhecida pelo voo de seus projéteis pelo céu, pela terra trêmula e pela poeira que sobe.

01 - FOGO DE COBERTURA
Como uma ação rapida, escolha um personagem dentro da linha de visão e Alcance de uma arma a distancia sua que seja Pesada, e a ate 10 espaços: ele fica Impedido ate o inicio do seu próximo turno. Pela duração, se o seu alvo se mover mais de 1 espaco, ele se livra de Impedido, mas você pode atacá-lo como uma reação com uma arma a distancia Pesada para causar metade do dano de calor ou queimadura, e então este efeito termina. Você pode fazer esse ataque a qualquer momento durante o movimento (por exemplo, esperar até que ele saia da cobertura).

Fogo de Cobertura so pode afetar um personagem por vez. Usos subsequentes substituem os anteriores e termina imediatamente se o seu alvo causar dano a você.

ARMA EMBLEMÁTICA MEDIA

ALCANCE 05 | 02 DANO EXPLOSIVO

Um lançador de fragmentação compacto e de cano duplo, construído a partir de peças reaproveitadas de atuadores hidráulicos de Mechas e fiação exposta de alta tensão. A arma possui um chassi fosco azul-escuro com detalhes em metal oxidado e dourado velho, evidenciando o uso constante e o trabalho bruto de oficina. Sua empunhadura tática vazada revela os circuitos e cabos internos que conectam o gatilho eletrônico ao sistema de percussão pneumático. Portável o suficiente para ser empunhada com rapidez, ela dispara cartuchos pesados de fragmentação diretamente de seus dois canos paralelos, gerando uma detonação curta e violenta no impacto.


Esta arma é delicada e propensa a travamentos. Você é o único que consegue usá-la efetivamente.


Esta arma é elegante, dobrável e fácil de esconder


ARMA EMBLEMÁTICA PESADA

ALCANCE 10 | 04 DANO ENERGETICO

Uma ferramenta industrial de grande porte modificada diretamente na oficina da piloto para defesa pessoal fora do cockpit. Utilizando células de energia de alta capacidade e um bocal de dispersão térmica retrabalhado, esta arma dispara feixes superaquecidos de plasma ou pulsos de laser concentrados.
Ela ignora as proteções balísticas convencionais de coletes e barreiras físicas leves, derretendo instantaneamente metal, concreto e qualquer ameaça humana que cruze o caminho da mecânica.


Esta arma precisa ser recarregada após cada uso.


Esta arma só pode ser disparada antes que o usuário se mova ou realize qualquer outra ação em seu turno.


O usuário pode agir e se mover normalmente após atacar.


Esta arma foi personalizada e possue suportes dobráveis, localizadores de alcance, detectores de movimento.